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terça-feira, 28 de outubro de 2014

My heart greed's the truth...













My heart 
greed's the truth...












|  A Verdade 
  é Amor  __|


A verdade é amor, escrevi um dia.
Porque toda a relação com o mundo se funda na sensibilidade, como se aprendeu na infância e não mais se pôde esquecer.
É esse equilíbrio interno que diz ao pintor que tal azul ou vermelho estão certos na composição de um quadro.
É o mesmo equilíbrio indizível que ao filósofo impõe a verdade para a sua filosofia.
Porque a filosofia é um excesso da arte.
Ela acrescenta em razões ou explicações o que lhe impôs esse equilíbrio, resolvido noutros num poema, num quadro ou noutra forma de se ser artista.
Assim o que exprime o nosso equilíbrio interior, gerado no impensável ou impensado de nós, é um sentimento estético, um modo de sermos em sensibilidade, antes de o sermos em razão ou mesmo em inteligência.
Porque só se entende o que se entende connosco, ou seja, como no amor, quando se está “feito um para o outro”.
Só entra em harmonia connosco o que o nosso equilíbrio consente.
E só o consente, se o amar.
Porque mesmo a verdade dos outros, a política, por exemplo, se temos improvavelmente de a reconhecer, reconhecemo-la talvez no ódio, que é a outra face do amor e se organiza ainda na sensibilidade.



Vergílio Ferreira

"Pensar"
























I'm falling down
I'm loosing ground tonight
The time is running out
I have to stop this endless fight

I've got myself to blame
But you should take the shame
Just like so many times before
Too many sleepless nights
It's time to say goodbye

My heart bleeds for you
My heart greed's the truth
Too much pain inside and it's all because of you
My heart sacrifice
My heart justifies
Love's gone broken and it's all because of you

This is the end
I can't defend any more
Feels like I've lost the war
Without being the one to fall

My heart bleeds for you
My heart greed's the truth
Too much pain inside and it's all because of you
My heart sacrifice
My heart justifies
Love's gone broken and it's all because of you

My heart bleeds for you
My heart greed's the truth
Too much pain inside and it's all because of you
My heart sacrifice
My heart justifies
Love's gone broken and it's all because of you


SAINT DEAMON

"MY HEART"





Tito Colaço

XXVIII _ X _ MMXIV






segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Eruditio...




|____O_____O____|
                                                                     















Eruditio...


















 













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    Deixa-se    

   de aprender   

   quando   

  se argumenta  

   com a vida   

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O acto de ouvir é o acto de aprender.
Deve-se aprender muitíssimo sobre a vida, pois a vida é um movimento no relacionamento.
E esse relacionamento é acção. 
Nós temos que aprender, não acumular conhecimento advindo desse movimento a que chamamos vida e então viver de acordo com esse conhecimento, o que é conformismo.
Conformar-se é ajustar-se, encaixar-se num molde, ajustar-se a várias impressões, demandas, pressões de uma sociedade particular.
A vida é para ser vivida, entendida.
Deve-se aprender sobre a vida, e deixa-se de aprender no momento em que se argumenta com a vida, chega-se à vida com o passado, com um condicionamento como o conhecimento. 
Portanto há uma diferença entre adquirir conhecimento e o acto de aprender.
Vocês devem ter conhecimento, de outro modo não saberão onde vivem, esquecerão o vosso nome, e assim por diante.
Então, a certo nível o conhecimento é imperativo, mas quando esse conhecimento é usado para entender a vida, a qual é um movimento, a qual é algo que está vivendo, movendo-se, dinamicamente, mudando a cada momento,  quando vocês não podem mover-se com a vida, então estão vivendo no passado e tentando compreender a extraordinária coisa chamada vida.
E para entender a vida, vocês têm que aprender cada minuto sobre ela e nunca chegar a ela tendo aprendido.



J. Krishnamurti


“The Collected Works vol XV, pp 13-14”



















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    Aprendendo    
   com a   
   experiência?   
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Questionador: 
Podemos aprender com a experiência?

Krishnamurti: 
Certamente não. Aprender implica liberdade, curiosidade, investigação.
Quando uma criança aprende uma coisa, ela é curiosa sobre aquilo, ela quer saber, é um momento livre, não um momento de ter apreendido e de afastar-se daquela aquisição. 
Temos inumeráveis experiências, temos tido cinco mil anos de guerras.
Não aprendemos uma só coisa com elas, excepto  inventar maquinaria mais letal com a qual matar um ao outro.
Temos tido muitas experiências com os nossos amigos, com as nossas esposas, com os nossos maridos, com a nossa nação, não temos aprendido.
Aprender, de facto, só pode acontecer quando existe liberdade a partir da experiência.




J. Krishnamurti

“The Impossible Question, p 78”






















One, just one more drink
One last cigarette and I am on my way
Oh last night, it’s all a haze
Here I pave my way through filth and broken glass

Something is not the same
Something is different from before
Guess that I, guess I died inside

When there’s nothing more
When I’d tried it all
Come undone, when the odds were close to none
When the moment is there
The divide I beware
Then it’s me, only me

Torn, still torn and bruised
But I’ve had my run, and I’ll, I’ll see it through
All for you, my sweet farewell
Oh, I can’t believe that I survived this hell




Nocturnal Rites
"Me"




































TITO COLAÇO

XXVII  _  X  _  MMXIV